top of page
Patrimônio público, urbanismo e sanha capitalista
Patrimônio público, urbanismo e sanha capitalista

qui., 30 de set.

|

https://youtu.be/7lpGQJ8DK10

Patrimônio público, urbanismo e sanha capitalista

Um debate com Cláudio Ribeiro e Sara Granemann

O registro está fechado
Ver outros eventos

Horário e local

30 de set. de 2021, 18:30

https://youtu.be/7lpGQJ8DK10

Sobre o evento

A abertura da possibilidade de venda em leilão de diversos prédios públicos icônicos no Rio de Janeiro, como o edifício Capanema e da UFRJ, permitida pela Lei 14.011 de 2020, acentuou a privatização de imóveis da União que já ocorria. Este fato explícito de abertura do patrimônio público para a iniciativa privada agiu como um gatilho para que a EFoP realizasse um debate sobre os conflitos urbanos.

 

Além disso, os espaços das universidades, que ocupam terrenos centrais em diversas capitais do país, estão sempre em confronto com os interesses imobiliários privados. Nas universidades, a abertura de prédios e terrenos públicos se encaminha através de mecanismos de concessão e constituição de fundos imobiliários, como no projeto do Viva UFRJ. A permissão de uso de bens públicos pela iniciativa privada para a recomposição do orçamento das IFES também estava prevista no programa Future-se.

No dia 30 de setembro, às 18h30, a Escola de Formação Política da Classe Trabalhadora Vânia Bambirra (EFoP) irá organizar um debate com Cláudio Ribeiro e Sara Granemann, professores da Universidade Federal do Rio de Janeiro, sobre Patrimônio público, urbanismo e a sanha capitalista.

 

O jornal Universidade à Esquerda também está publicando uma série de textos nas com o intuito de aprofundar as discussões sobre o projeto de venda de patrimônio público, os conflitos urbanos e a posição da universidade nestas tensões.

Cláudio Rezende Ribeiro é professor da FAU-UFRJ (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo) onde atua com ensino de urbanismo, meio ambiente e história da cidade na graduação e no Programa de Pós-graduação em Urbanismo – PROURB/FAU/UFRJ. Foi presidente de seção sindical do Andes-SN na UFRJ, a Adufrj-ssind de 2013 a 2015, e integrou a a diretoria nacional deste sindicato de 2016 a 2018. Acredita que a cidade só se realiza no conflito.

Sara Granemann é professora de Economia Política na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Autora de rigorosa crítica e inovadora tese sobre a segurança social e os fundos de pensões. Docente na Faculdade de Serviço Social da Universidade Federal Fluminense de 1991/1994. Docente na Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro desde 1994. De tradição marxista, estuda Estado e políticas sociais; Previdência pública e privada; e Serviço Social.

Compartilhe este evento

bottom of page